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NORMAS E CONDUTA |
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Seguir somente pelos trilhos sinalizados |
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Cuidado com o gado. Embora manso não gosta da
aproximação de estranhos às suas crias |
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Evitar barulhos e
atitudes que perturbem a paz local |
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Observar a fauna à
distância preferencialmente com binóculos |
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Não
danificar a flora |
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Não abandonar o lixo,
levando-o até um local onde haja serviço de recolha |
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Fechar as cancelas e
portelos |
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Respeitar a
propriedade privada |
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Não fazer lume |
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Não colher amostras
de plantas ou rochas |
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Ser afável com os
habitantes locais, esclarecendo quanto à actividade em curso e às marcas do
PR |
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PR4- CERCANIAS DA FREITA |
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Passo a Passo
O percurso inicia-se junto à capela de Stª. Maria do Monte, na
freguesia de Stª. Eulália. Começamos a marcha rumando para
sul, em direcção à
Serra da Freita, através de um caminho que, partindo da capela, percorre o
limite poente daquele lugar. Acompanhando o vale profundo do curso superior do
rio Urtigosa, por entre castanheiros, carvalhos, pinheiros e eucaliptos,
chegamos à aldeia da Ameixieira, com construções típicas de montanha, com
telhados de lousa, algumas porém, em avançado estado de degradação.
Chegando ao topo
da aldeia, atravessa-se a estrada de asfalto e por estreito carreiro atinge-se
um estradão que se dirige ao lugar de Currais. Para se chegar aí, toma-se um
caminho à direita, que sobe, primeiro, suavemente, e depois de passar o ribeiro,
de forma mais acentuada, até atingir um estradão que se desenvolve pela curva de
nível e se encaminha para os Viveiros da Granja. Deste estradão tem-se uma
imponente panorâmica sobre o vale de Arouca ao fundo e sobre a Serra do
Montemuro ao longe. Toma-se este estradão, à esquerda, até à antiga casa do
guarda florestal e parque de merendas, envoltas no arvoredo cerrado e frondoso
do chamado “Viveiro da Granja”, rumando, de seguida, para
Chão
de Espinho. Daqui até à Granja é um pulo.
Depois de uns
quinhentos metros de asfalto retomam-se os caminhos tradicionais e florestais.
Volta-se a atravessar uma estrada de asfalto e inicia-se a descida para o vale
de Arouca, em direcção ao pequeno povoado de Povos.
O caminho até
esse povoado, inicialmente, por mata de pinheiro, atravessa soutos e manchas de
carvalhos belas e aprazíveis, com sub-bosque extraordinário de azevinho e
loureiro. Este é um dos recantos mais belos do percurso.
Depois de Povos
continua-se por um estradão agradável até à Forcada. Admire-se o núcleo mais
antigo desta aldeia, encavalitado num esporão sobranceiro ao vale, solarengo,
estratégico, belo. Daqui até Stª Maria do Monte o percurso faz-se por caminhos
antigos de rara beleza, campos em socalco, ribeiras… A aproximação à Capela
faz-se pelas ruas antigas e estreitas desse lugar acolhedor e de gente
hospitaleira.
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Santa Eulália |
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Burgo |
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Doçaria |
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A variedade e
qualidade da doça ria conventual e regional de Arouca são hoje recurso de grande
valia e fonte inestimável de riqueza para o Concelho. O mosteiro e as suas
freiras legaram-nos, nesse domínio, um património riquíssimo, que continua a ser
transmitido de mãos em mãos, de geração em geração, mantendo-se o segredo da sua
confecção nas poucas famílias que a ele tiveram acesso. As castanhas doces, as
morcelas, o pão de S. Bernardo, as barrigas de freira, o manjar de língua, as
roscas e os charutos de amêndoa, o pão de ló, os melindres, são apenas algumas
das variedades da doçaria arouquense que, semana a semana, atraem tantos
visitantes ao concelho. |
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Torre dos Mouros |
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Memorial de Santo António |
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BLOCO DE NOTAS |
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