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NORMAS E CONDUTA |
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Seguir somente pelos trilhos sinalizados |
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Cuidado com o gado. Embora manso não gosta da
aproximação de estranhos às suas crias |
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Evitar barulhos e
atitudes que perturbem a paz local |
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Observar a fauna à
distância preferencialmente com binóculos |
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Não
danificar a flora |
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Não abandonar o lixo,
levando-o até um local onde haja serviço de recolha |
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Fechar as cancelas e
portelos |
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Respeitar a
propriedade privada |
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Não fazer lume |
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Não colher amostras
de plantas ou rochas |
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Ser afável com os
habitantes locais, esclarecendo quanto à actividade em curso e às marcas do
PR |
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PR5- ROTA DAS TORMENTAS |
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Passo a Passo
O PR “Rota das Tormentas”, inicia-se junto à capela de Silveiras. Está marcado
nos dois sentidos sendo assim possível iniciá-lo em Janarde e fazer a ascensão
até Silveiras. Neste sentido, o nível de dificuldade aumenta de moderado/
difícil para muito difícil ou “tormentoso”, se bem que contornando sempre o Alto
das Tormentas. O percurso é de travessia e não havendo transporte de recolha no
final, o regresso deve ser feito pelo mesmo caminho, em sentido inverso, pelo
que temos que contar com uma subida bastante acentuada e no total com o dobro de
quilómetros.
Começando a
descer até à ribeira de Silveiras e depois do atravessamento desta, inicia-se a
subida. Primeiro por um caminho de calçada, depois por trilhos de montanha até
ao ponto mais alto do percurso: à portela Malhada com 646 metros de altitude.
O caminho prossegue pela curva de nível,
não descendo nem subindo significativamente, até iniciar a descida para
Cortegaça. Durante este trajecto, a paisagem é deslumbrante: vales profundos que
se encaminham para o vale do Paiva, encostas íngremes e floridas, a vista da
Serra de Montemuro ao longe, a norte…
Em Cortegaça
inicia-se uma pequena subida até à cumeada, onde existe um estradão à esquerda,
sendo a estrada à direita asfaltada.
Vamos pelo
estradão durante cerca de 200 metros iniciando-se aí a descida para Meitriz.
Este caminho era o que ligava o “caminho dos funerais” a Meitriz sem ir à
Portela e por onde antigamente descia o gado para a feira de Castro de Aire. É
conhecido pelo “caminho das vacas”.
A descida até
Meitriz é em zig-zag, passando por dentro da aldeia, e seguindo até à ponte
sobre o rio Paiva que faz a ligação com Além-do-Barco e com Sobral, mais acima.
Se continuássemos pelo mesmo caminho chegávamos a Alvarenga.
Sem atravessar a
ponte, inicia-se a subida pelo estradão que nos leva ao antigo “caminho dos
funerais” de Meitriz.
Subimo-lo,
passando por trás de uma casa de construção recente e por uma portela até ao
antigo caminho de Silveiras (hoje cortado pelos estradões) iniciando-se aí suave
descida para Janarde.
Ao longo deste
caminho fruímos belas panorâmicas sobre o rio Paiva, com os seus meandros e
pequenas praias fluviais.
Por fim chega-se
ao largo da igreja matriz de Janarde.
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Janarde |
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Janarde é uma das freguesia do Concelho de
Arouca, tem de área cerca de 1746 hectares, dista cerca de 20 Km da sede do
Municí pio, situa-se na bacia do Rio Paiva, com território numa e noutra das suas
margens. A criação desta freguesia foi confirmada em 10 de Dezembro de 1803, por
acórdão do Tribunal da Santa Igreja Patriarcal, na sequência da oposição dos
moradores dos lugares de Carvoeiro, Telhe, Silveiras, Póvoa, Bacelo, Meitriz e
Janarde à continuação da sua inserção na freguesia de Alvarenga.
Durante a 2.ª
Guerra Mundial, foram exploradas na área desta freguesia 13 minas de volfrâmio.
Permanecem visíveis por toda essa área sinais de exploração do minério.
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Rio Paiva |
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O Rio
Paiva banha o vale estreito das zonas mais fundas da freguesia de
Janarde, delimitando-a, em grande parte, da de Alvarenga. Há porém uma
pequena parte da freguesia que se situa na margem direita do Rio Paiva,
encravada entre o Rio e a freguesia de Alvarenga, cuja ligação com os
demais lugares da freguesia de Janarde, na outra margem do Rio, até
algumas décadas atrás, quando o caudal do Rio permitia se fazia por
barco. Quando faltava o barco ou o Rio ia mais cheio as populações do
lugar ou lugares de cada uma das margens, para chegar à outra, tinham de
percorrer muitas dezenas de quilómetros. Desde há cerca de 5 anos as
duas margens do Rio encontram-se ligadas por uma ponte nova, que
encurtou a distância entre as respectivas povoações para algumas
centenas de metros.
O Paiva
conhecido como o rio menos poluído da Europa, é totalmente português:
nasce a sul de Moimenta da Beira e desagua no Douro, junto à Ilha dos
Amores.
É um típico rio de montanha. As
suas águas correm bravas, quase sempre no fundo de desfiladeiros de
vertentes abruptas. Uma ou outra vez, faz uma pausa na sua correria para
a foz e delicia-nos com a tranquilidade das suas águas, nas praias
fluviais da Paradinha, Areinho, Janarde, Meitriz, Vau e Espiunca. As
margens guardam, em alguns locais, uma vegetação esplendorosa, com
espécies originárias e muitas delas raras. A sua fauna é igualmente
muito rica e diversificada.
O Rio
Paiva é também tido como uma das melhores pistas da Europa para a
prática de canoagem e de rafting. |
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BLOCO DE NOTAS |
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