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Garganta do Paiva PDF Imprimir e-mail

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Portugal Kayak

Descrição: O mais famoso percurso de águas bravas de Portugal, com uma série de rápidos como o "Serra Calos", "Rápido Grande", "As Marmitas", "Rápido da Parede", "O Salto", "As Escadinhas", "S", "Os 3 Saltinhos" entre muitos outros que nem nome têm.

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Foto Isabel Parra


Um percurso exigente numa garganta impressionante, que começa logo após passarmos por baixo da ponte de Alvarenga.

O primeiro rápido que encontramos é o "Serra Calos" (CI IV), um estreito entre grandes blocos de granito, passagem pelo meio (atenção aos ramos bloqueados) ou pela direita por um pequeno canal. Portagem pela margem direita. Depois de uns rápidos mais tranquilos, é tempo de encostarmos à esquerda para reconhecer o "Rápido Grande" (CI V), longo e exigindo muita manobra.

Atenção: a entrada do rápido tem um sifão no estreito do lado esquerdo e a saída obstruída por pedras. Paragem em ambas as margens, mas mais fácil a portagem à esquerda.

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Foto Interslide

Depois de mais um rápido, remar o plano de água e parar à esquerda para reconhecer as "Marmitas" (CI V), que estão muito exigentes e perigosas. Portagem pela margem esquerda.

Daqui até à praia do Vau há belas passagens mas que não ultrapassam a CI IV com caudal normal.

Depois da praia e de uma secção quase flat, surge-nos o "Rápido da Parede" (CI III+), em curva para a esquerda e com um tecto em pedra na saída. Muita atenção ao rápido ao fim da recta: "O Salto" CI (VI). O rio "desaparece" todo para a esquerda com linha de horizonte evidente. Paragem fácil na margem direita (portagem por cima das pedras com boas hipóteses de partidas lançadas). Fazemos uma pequena recta tranquila e preparamo-nos para o rápido das "Escadinhas" (CI IV+), uma sucessão de rolos onde devemos entrar à esquerda.

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Foto José Borges

Quem não o quiser remar, deve ir ao lado direito e descer pelos pequenos canais que se formam ou carregar o kayak por cima das pedras até à piscina do final.

Depois ainda teremos o rápido do "S" (CI IV) e os "3 Saltinhos" (CI IV) óptimo para sacar umas manobras. Daqui até ao final ainda há uns rápidos interessantes em CI III.

Ver o caudal à partida: para estar ideal a praia do Areinho não pode estar coberta de água e deve ver-se a ponta das pedras no meio do rio. Apesar da classificação com CI V, este percurso pode ser feito por uma equipa com menor capacidade técnica obrigando, claro, a diversas portagens nos rápidos mais exigentes.

Vale mesmo a pena pela beleza do Paiva nesta Zona.

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Foto José Borges

Embarque: Praia Fluvial do Areinho. Partindo de Arouca, seguir em direcção a Castro Daire pela N326-1 e cortar para a praia cerca de 300 metros antes da ponte sobre o Paiva.

Desembarque: Praia Fluvial de Espiunca. Voltar à estrada que levará a Arouca (N326-1) para virar à direita no próximo cruzamento em direcção a Canelas pela N505 (sinalizado com placas), passar a aldeia e continuar a descer. Cerca de 200 metros antes da ponte de Espiunca, cortar à esquerda entrando em empedrado e à direita para caminho de terra entre muros que dá acesso à praia fluvial.

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Foto Interslide

Época: Novembro/Abril.

Isolamento: Vale muito isolado, o rio segue apertado entre duas encostas íngremes durante a primeira metade do percurso com poucas hipóteses de abandono. A pouco mais de meio percurso, há a praia do Vau (acesso a partir de Canelas, indicado em placas) que nos permite sair do rio (ou entras com um playboat para fazer a 2ª metade da garganta). Uma estrada em terra permite chegar quase ao rio em 4X4 ou a pé (5 min.).

Fonte: Textos adaptados de Portugal Kayak de Rui Calado

 
 
 
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