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HÁ UMA NOVA ASSOCIAÇÃO EM AROUCA QUE PRESTA APOIO A PESSOAS COM PROBLEMAS DE ALCOOLISMO PDF Imprimir

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A A4 - Associação de Apoio a Alcoólicos de Arouca foi formalmente apresentada esta manhã (22 de novembro), no Salão Nobre dos Paços do Concelho. A nova associação proporcionará intervenção psicológica, apoio social e integração profissional às pessoas com problemas de alcoolismo.

“Este é um momento muito importante. O alcoolismo é um problema da sociedade que nos diz respeito a todos e que tem vindo a ser trabalhado com empenho e dedicação no nosso município. Nós queremos um concelho inclusivo e ninguém pode ficar à margem. Todos estamos empenhados para que esta associação dê frutos e a Câmara Municipal está cá para apoiar”, sublinhou a Presidente da Câmara Municipal, Margarida Belém, na sessão de abertura. 

 Por sua vez, o presidente da Direção da A4, Joaquim Duarte, aludiu às dificuldades na génese da associação criada em junho deste ano. “Eu e meia dúzia de pessoas decidimos meter os pés ao caminho para criar esta associação. Foi muito difícil, mas felizmente tivemos o apoio de boas pessoas e entidades”, referiu. A associação conta, para já, com 16 pessoas. “Seremos mais num curto espaço de tempo, não tenho dúvidas”, afirmou, convicto, o dirigente que é alcoólico abstinente há 13 anos.  

Na sessão desta manhã foi também apresentado o projeto de inserção social e profissional (Re)Colher e assinado o protocolo que envolve quatro entidades: a A4, o Município de Arouca, a ADRIMAG e a AGA – Associação Geoparque Arouca. Esta é uma iniciativa piloto que pretende promover a integração no mercado de trabalho de pessoas com problemas de alcoolismo, através da prática agrícola.

A opção pela agricultura é justificada por ser um setor sobre o qual as pessoas envolvidas no projeto têm conhecimento e vasta experiência. Na Cerca do Mosteiro, uma parcela de terreno já está preparada para dar início às plantações e será o local de trabalho de oito pessoas que estão em fase de recuperação do alcoolismo. O projeto (Re)Colher permitirá que os abstinentes tenham ocupação profissional, minimizando, assim, a probabilidade de recaída.

“Por cada planta e semente deitadas à terra, vai colher-se autoestima, relações familiares, inclusão e inserção profissional”, concluiu Sandra Duarte, dos serviços de ação social da Câmara Municipal de Arouca.
 
 

 

 
 
 
 
 


 

 
 

 
 
 


 
 
 
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