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MINISTRA DA CULTURA HOMOLOGA PROTOCOLO PARA UNIDADE HOTELEIRA PDF Imprimir

Adjudicado também o restauro do Órgão de Tubos

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O protocolo assinado no passado dia 5 de Janeiro, entre o IPPAR e a Câmara Municipal, prevê que a ala sul do Mosteiro de Arouca seja transformada em unidade hoteleira. As condições são excepcionais e o estudo de base, da responsabilidade do Arq. Souto Moura, dá àquele espaço uma nova vida. A Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, de visita a Arouca para homologar o protocolo e visitar o espaço, considerou este protocolo uma mais-valia para um novo tipo de turismo: o turismo cultural, uma nova perspectiva sobre o desenvolvimento económico. O Órgão de Tubos do Mosteiro vai também beneficiar de um restauro, já adjudicado.

«Está nas nossas mãos avançar. Vamos trabalhar para que rapidamente se concretize», referiu aos jornalistas o presidente da Câmara Municipal de Arouca, Artur Neves, no decurso da visita ao Mosteiro. Já no decurso da cerimónia de assinatura do protocolo, a Ministra da Cultura tinha considerado este projecto «fundamental, não só para Arouca ou para a Região, mas para o país», um país que quer desenvolver outro tipo de turismo, «alternativo ao “sol e praia”, em que já somos bons», frisou Isabel Pires de Lima.

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Assinatura do protocolo

Nesse sentido apontam também os projectos da Câmara Municipal de Arouca, que vê concretizado, com esta homologação, «um projecto já há muito ansiado pelos arouquenses, que sempre viram o Mosteiro como algo de muito seu», referiu o Presidente. O protocolo entre Câmara e IPPAR prevê uma parceria público/privada para transformação da ala sul em unidade de alojamento, com 50 quartos, devidamente enquadrada no edifício. O estudo prévio, do Arq. Souto Moura, prevê também o arranjo da envolvente do Mosteiro, estando o custo estimado em cerca de um milhão de euros.

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Intervenção da Ministra da Cultura

Ao mesmo tempo, foi adjudicado o restauro da máquina do Órgão de Tubos do Mosteiro, a cargo do organeiro Gerhard Greizing, de Barcelona, um investimento de mais de 255 mil euros, com 70 por cento de financiamento comunitário. O prazo de execução é de 540 dias.
A unidade hoteleira, a requalificação do Museu de Arte Sacra, a instalação do Centro de Estudos D. Domingos de Pinho Brandão e a recuperação do órgão são os primeiros grandes investimentos no turismo cultural que Arouca protagoniza. «Investimentos estruturantes, para que mais gente venha a Arouca», sublinhou o presidente da Câmara.

 
 
 
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