Praça do Município,
4540-001 Arouca, Portugal
geral@cm-arouca.pt
Telf. 256 940 220 | Fax. 256 943 045
(Chamada para rede fixa nacional)
Abril, 2025

Em estreia nacional. Biografia | M12 | 89 minutos
Entrada gratuita sujeita a levantamento prévio de bilhete no local a partir de data a indicar oportunamente. Limitado a 2 bilhetes por pessoa. Não se efetuam reservas.
Sinopse
O ano é 1958. Portugal encontra-se sob o regime ditatorial de António de Oliveira Salazar. Depois de ser capturado pela PIDE e de ter estado oito anos em isolamento na Penitenciária de Lisboa, Álvaro Cunhal é transferido para a prisão-fortaleza de Peniche. Apesar da vigilância apertada, Cunhal e os seus companheiros de cela organizaram iniciativas para apoiar os mais vulneráveis, enquanto elaboravam um plano de fuga. Durante meses, com a colaboração de Jorge Alves, um dos guardas do estabelecimento, e de vários camaradas do exterior ligados ao Partido Comunista Português (PCP), delinearam uma estratégia de fuga que puseram em prática na tarde do dia 3 de janeiro de 1960. Utilizando cordas improvisadas a partir de lençóis, desceram as muralhas, atravessaram o fosso e reuniram-se no exterior com colaboradores que tinham já preparadas formas de os esconder em locais clandestinos. Este ato de coragem tornou-se um símbolo de resistência ao regime salazarista. Após a fuga, Cunhal passou à clandestinidade, prosseguindo a sua luta contra o regime e consolidando-se como uma figura central na oposição às injustiças do Estado Novo.
Depois da Revolução dos Cravos, em abril de 1974, Cunhal regressou a Portugal, onde assumiu cargos políticos e continuou a sua defesa dos ideais comunistas. Em 1992, depois de três décadas como Secretário-Geral, deixou definitivamente a liderança do PCP.
Este drama biográfico, realizado por Sérgio Graciano (“Linhas de Sangue”, “Salgueiro Maia – O Implicado”, “O Som Que Desce na Terra”, “Auga Seca”, “A Impossibilidade de Estar Só”, “Soares é Fixe”, “Os Papéis do Inglês”), conta com Romeu Vala, Filipa Nascimento, Frederico Barata, Gonçalo Neto Arroja e Tiago Teotónio Pereira nos papéis principais. In Jornal Público
25 de Abril de 2025 às 21:30 - 25 de Abril de 2025 às 23:00
Rua Abel Botelho 4
Câmara Municipal de Arouca
Entrada gratuita sujeita a levantamento prévio de bilhete no local a partir de data a indicar oportunamente. Limitado a 2 bilhetes por pessoa.
Janeiro, 2026
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
Dom
-
-
-
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

Dá a conhecer memórias e artefactos da pesca artesanal em Arouca.
Os cursos de água foram, desde sempre, um fator determinante para a fixação das comunidades humanas. Impuseram-se enquanto marcas territoriais, fronteiras administrativas e vias de circulação de pessoas e bens entre territórios. Destacaram-se no fornecimento de água para consumo humano, irrigação de culturas e enquanto força motriz para fazer funcionar moinhos, azenhas e pisões. O seu valor, na vida das comunidades rurais, foi inquestionavelmente preponderante.
A pesca artesanal, com as suas técnicas e saberes, atesta, também, a importância e profundidade da relação criada com os cursos de água pelas comunidades. Estas aprenderam a sincronizar as suas necessidades com o ciclo de vida das espécies que habitam nos rios.
Atualmente consideram-se três tipos de pesca: lúdica, desportiva e profissional, e nenhuma delas carrega em si, a necessidade da subsistência, que em tempos a pesca representou.
Assente em artes e técnicas de captura transmitidas de geração em geração, a pesca artesanal recorria a equipamentos produzidos pela própria comunidade e desenvolveu um conjunto alargado de artes e saberes que estão em claro desuso.
Pesca à mão, à linha, com redes ou armadilhas e mesmo por envenenamento são vivências que já não fazem parte das nossas comunidades como fizeram outrora. No entanto, subsistem memórias e conhecimentos que importa resgatar como símbolo da memória coletiva de um povo de matriz serrana, agrícola, mas também de relações profundas com os seus rios.
Horário durante a Feira das Colheitas:
Horário de visita a partir da Feira das Colheitas: terça-feira a domingo, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00. Entrada livre.
25 de Setembro de 2025 às 23:59 - 25 de Janeiro de 2026 às 18:00
Rua Eça de Queirós 4540-194 Arouca
Município de Arouca
Gratuito
13Jantodo o dia06FebArouca Rafting Summit 2026Rio Paiva, Rio Paiva

O evento tem como objetivo promover as águas bravas em geral e a modalidade de rafting praticada no rio Paiva em particular. Programa a divulgar oportunamente.
13 de Janeiro de 2026 - 6 de Fevereiro de 2026
Rio Paiva
Município de Arouca, Federação Portuguesa de Canoagem, Clube do Paiva, Just Come, LusoRafting e NaTour Way
Entrada livre

Sessão dirigida à comunidade migrante com o intuito de dar a conhecer o projeto de Inovação Social: ” Nós- Palcos do Mundo”.
16 de Janeiro de 2026 às 19:00 - 16 de Janeiro de 2026 às 20:30
Av. 25 de Abril 27, 4540-102 Arouca
Adrimag
Gratuito
Grupos participantes:
17 de Janeiro de 2026 às 21:30 - 17 de Janeiro de 2026 às 23:00
Sede do Rancho Folclórico “As Lavradeiras de Canelas”
Rancho Folclórico As Lavradeiras de Canelas
Entrada livre
Grupos participantes:
17 de Janeiro de 2026 às 21:30 - 17 de Janeiro de 2026 às 23:00
Rua Abel Botelho, nº 4, 4540-114 Arouca
Orfeão de Arouca
Entrada livre

Praça do Município,
4540-001 Arouca, Portugal
geral@cm-arouca.pt
Telf. 256 940 220 | Fax. 256 943 045
(Chamada para rede fixa nacional)

© 2026 Câmara Municipal de Arouca. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Brain One