Praça do Município,
4540-001 Arouca, Portugal
geral@cm-arouca.pt
Telf. 256 940 220 | Fax. 256 943 045
(Chamada para rede fixa nacional)
Julho, 2022
17Jul17:00Concerto "Ordo Virtutum"Igreja do Mosteiro de Arouca, Av. 25 de Abril, 16 4540-101 Arouca

ORDO VIRTUTUM
Com as suas obras e os seus cânticos visionários, Hildegard von Bingen escreveu uma espécie de síntese teológica das artes sem paralelo, e com o Ordo Virtutum criou a primeira peça de teatro de mistério na Europa a chegar até nós por escrito. Com as suas obras visionárias e os seus cânticos, Hildegard von Bingen escreveu uma espécie de síntese teológica das artes que é inigualável. É possível sentirmos o amor de Hildegard pelo projeto e a sua queda para produções dramáticas quando deixa as forças virtuosas aparecerem e cantarem como alegorias: A visão de Hildegard de uma ordem divina através de sons e ações. A música do Ordo Virtutum encontra-se no chamado Riesenkodex (Wiesbaden) e foi transcrita do original por Maria Jonas para esta produção. A ideia da nossa atuação é uma viagem visual e acústica através do tempo e pelo mundo da música e do misticismo daquela época distante que hoje volta a estar tão próxima.
PROGRAMA
CENA I – A alma perdida e as forças celestiais
Infelix Anima e Diabolus – os Poderes de Deus lutam pela alma triste, que o diabo quer evitar. Os Poderes de Deus cantam um lamento: “O plangens vox”.
CENA II – A ordem das forças celestiais
Os Poderes de Deus apresentam-se, o diabo tenta perturbar – mas não está à altura das forças unidas dos Poderes de Deus: Humildade, Amor, Castidade, Desprezo pelo Mundo, Vitória, Diferenciação e Paciência.
CENA III – A luta das forças celestiais pelas almas perdidas
A alma fica impressionada com esta manifestação e lamenta as suas feridas. Ela apela aos Poderes de Deus. A cena termina com uma impressionante oração de ação de graças: “Ó vivens fons!” – Ó fonte viva.
CENA IV – Vitória das forças do céu
Chega-se a um final feliz! Victoria acorrenta o diabo – todos se regozijam! E antes da peça final, Humildade faz uma pergunta invulgar: “Deus, quem és tu?”
FINALE – No início, todas as criaturas verdejam
FICHA ARTÍSTICA
PEREGRINE: Petra Koerdt, Cora Schmeiser, Uta Kirsten
ANIMA: Cora Schmeiser
DIABOLUS: Lucia Mense, flautas medievais
VIRTUTES (os Poderes de Deus):
HUMILITAS (a Humildade): Maria Jonas
KARITAS (o Amor): Amanda Simmons
CASTITAS (a Castidade): Uta Kirsten
CONTEMPTUS MUNDI (o Desprezo pelo Mundo): Petra Koerdt
AMOR CELESTIS (o Amor pelo Celestial): Susanne Ansorg, violino, sinos
VICTORIA (a Vitória): Pamela Petsch, adufe
DISCRETIO (a Diferenciação): Stefanie Brijoux
PATIENTIA (a Paciência): Sylvia Dörnemann
Maria Jonas, direção
Ars Choralis Coeln, produção
Inserido na programação “Arouca: História de um Mosteiro”
17 de Julho de 2022 às 17:00
Av. 25 de Abril, 16 4540-101 Arouca
Município de Arouca e Banda de Alcobaça
Entrada livre
Janeiro, 2026
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sáb
Dom
-
-
-
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

Dá a conhecer memórias e artefactos da pesca artesanal em Arouca.
Os cursos de água foram, desde sempre, um fator determinante para a fixação das comunidades humanas. Impuseram-se enquanto marcas territoriais, fronteiras administrativas e vias de circulação de pessoas e bens entre territórios. Destacaram-se no fornecimento de água para consumo humano, irrigação de culturas e enquanto força motriz para fazer funcionar moinhos, azenhas e pisões. O seu valor, na vida das comunidades rurais, foi inquestionavelmente preponderante.
A pesca artesanal, com as suas técnicas e saberes, atesta, também, a importância e profundidade da relação criada com os cursos de água pelas comunidades. Estas aprenderam a sincronizar as suas necessidades com o ciclo de vida das espécies que habitam nos rios.
Atualmente consideram-se três tipos de pesca: lúdica, desportiva e profissional, e nenhuma delas carrega em si, a necessidade da subsistência, que em tempos a pesca representou.
Assente em artes e técnicas de captura transmitidas de geração em geração, a pesca artesanal recorria a equipamentos produzidos pela própria comunidade e desenvolveu um conjunto alargado de artes e saberes que estão em claro desuso.
Pesca à mão, à linha, com redes ou armadilhas e mesmo por envenenamento são vivências que já não fazem parte das nossas comunidades como fizeram outrora. No entanto, subsistem memórias e conhecimentos que importa resgatar como símbolo da memória coletiva de um povo de matriz serrana, agrícola, mas também de relações profundas com os seus rios.
Horário durante a Feira das Colheitas:
Horário de visita a partir da Feira das Colheitas: terça-feira a domingo, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00. Entrada livre.
25 de Setembro de 2025 às 23:59 - 25 de Janeiro de 2026 às 18:00
Rua Eça de Queirós 4540-194 Arouca
Município de Arouca
Gratuito
13Jantodo o dia06FebArouca Rafting Summit 2026Rio Paiva, Rio Paiva

O evento tem como objetivo promover as águas bravas em geral e a modalidade de rafting praticada no rio Paiva em particular. Programa a divulgar oportunamente.
13 de Janeiro de 2026 - 6 de Fevereiro de 2026
Rio Paiva
Município de Arouca, Federação Portuguesa de Canoagem, Clube do Paiva, Just Come, LusoRafting e NaTour Way
Entrada livre

Sessão dirigida à comunidade migrante com o intuito de dar a conhecer o projeto de Inovação Social: ” Nós- Palcos do Mundo”.
16 de Janeiro de 2026 às 19:00 - 16 de Janeiro de 2026 às 20:30
Av. 25 de Abril 27, 4540-102 Arouca
Adrimag
Gratuito
Grupos participantes:
17 de Janeiro de 2026 às 21:30 - 17 de Janeiro de 2026 às 23:00
Sede do Rancho Folclórico “As Lavradeiras de Canelas”
Rancho Folclórico As Lavradeiras de Canelas
Entrada livre
Grupos participantes:
17 de Janeiro de 2026 às 21:30 - 17 de Janeiro de 2026 às 23:00
Rua Abel Botelho, nº 4, 4540-114 Arouca
Orfeão de Arouca
Entrada livre

Praça do Município,
4540-001 Arouca, Portugal
geral@cm-arouca.pt
Telf. 256 940 220 | Fax. 256 943 045
(Chamada para rede fixa nacional)

© 2026 Câmara Municipal de Arouca. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Brain One