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Julho, 2022
17Jul17:00Concerto "Ordo Virtutum"Igreja do Mosteiro de Arouca, Av. 25 de Abril, 16 4540-101 Arouca

ORDO VIRTUTUM
Com as suas obras e os seus cânticos visionários, Hildegard von Bingen escreveu uma espécie de síntese teológica das artes sem paralelo, e com o Ordo Virtutum criou a primeira peça de teatro de mistério na Europa a chegar até nós por escrito. Com as suas obras visionárias e os seus cânticos, Hildegard von Bingen escreveu uma espécie de síntese teológica das artes que é inigualável. É possível sentirmos o amor de Hildegard pelo projeto e a sua queda para produções dramáticas quando deixa as forças virtuosas aparecerem e cantarem como alegorias: A visão de Hildegard de uma ordem divina através de sons e ações. A música do Ordo Virtutum encontra-se no chamado Riesenkodex (Wiesbaden) e foi transcrita do original por Maria Jonas para esta produção. A ideia da nossa atuação é uma viagem visual e acústica através do tempo e pelo mundo da música e do misticismo daquela época distante que hoje volta a estar tão próxima.
PROGRAMA
CENA I – A alma perdida e as forças celestiais
Infelix Anima e Diabolus – os Poderes de Deus lutam pela alma triste, que o diabo quer evitar. Os Poderes de Deus cantam um lamento: “O plangens vox”.
CENA II – A ordem das forças celestiais
Os Poderes de Deus apresentam-se, o diabo tenta perturbar – mas não está à altura das forças unidas dos Poderes de Deus: Humildade, Amor, Castidade, Desprezo pelo Mundo, Vitória, Diferenciação e Paciência.
CENA III – A luta das forças celestiais pelas almas perdidas
A alma fica impressionada com esta manifestação e lamenta as suas feridas. Ela apela aos Poderes de Deus. A cena termina com uma impressionante oração de ação de graças: “Ó vivens fons!” – Ó fonte viva.
CENA IV – Vitória das forças do céu
Chega-se a um final feliz! Victoria acorrenta o diabo – todos se regozijam! E antes da peça final, Humildade faz uma pergunta invulgar: “Deus, quem és tu?”
FINALE – No início, todas as criaturas verdejam
FICHA ARTÍSTICA
PEREGRINE: Petra Koerdt, Cora Schmeiser, Uta Kirsten
ANIMA: Cora Schmeiser
DIABOLUS: Lucia Mense, flautas medievais
VIRTUTES (os Poderes de Deus):
HUMILITAS (a Humildade): Maria Jonas
KARITAS (o Amor): Amanda Simmons
CASTITAS (a Castidade): Uta Kirsten
CONTEMPTUS MUNDI (o Desprezo pelo Mundo): Petra Koerdt
AMOR CELESTIS (o Amor pelo Celestial): Susanne Ansorg, violino, sinos
VICTORIA (a Vitória): Pamela Petsch, adufe
DISCRETIO (a Diferenciação): Stefanie Brijoux
PATIENTIA (a Paciência): Sylvia Dörnemann
Maria Jonas, direção
Ars Choralis Coeln, produção
Inserido na programação “Arouca: História de um Mosteiro”
17 de Julho de 2022 às 17:00
Av. 25 de Abril, 16 4540-101 Arouca
Município de Arouca e Banda de Alcobaça
Entrada livre
Outubro, 2026
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Regoufe é uma aldeia localizada no extremo sudeste do concelho de Arouca, pertencente à União de Freguesias de Covêlo de Paivó e Janarde.
Até 1917 pertenceu ao distrito de Viseu, data em que foi anexada ao concelho de Arouca.
Em plena Serra da Arada, foi construída no sopé de um maciço granítico imponente, junto a um vale atravessado por ribeiras, onde se estendem os campos agrícolas.
Ainda que historicamente conhecida pelo seu passado mineiro, as estratégias de subsistência de Regoufe sempre assentaram na agricultura e na criação de gado.
Contudo, viver nesta serra significava enfrentar estações rigorosas, solos pobres, trabalho intenso e isolamento.
Por isso, os habitantes, herdeiros das antigas Casas do Alfaiate, da Carreira, das Eiras, da Eira Velha, do Gregório, do Mário, do Martins, do Pardieiro, da Portela, do Quinteiro, do Rabelo, do Rego, do Ribeiro, do Saibro, do Sapateiro, da Venda e do Vicente, adaptaram o seu modo de vida à paisagem, criando práticas e ciclos transmitidos por gerações.
Entre essas práticas, a cultura do centeio era essencial. Semeado em solos pobres, providenciava grão para alimentação e palha para o gado, construção, fertilização e usos domésticos.
Hoje, o despovoamento e o envelhecimento ameaçam esta prática.
Esta exposição conta parte da história de Regoufe, uma aldeia que, apesar das mudanças, insiste em preservar saberes herdados do passado, assentes na entreajuda comunitária e no aproveitamento integral dos recursos, valores que assumem hoje uma renovada importância.
Horário de visita: terça-feira a domingo, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00. Entrada livre.
24 de Setembro de 2026 às 17:00 - 24 de Janeiro de 2027 às 18:00
Rua Eça de Queirós 4540-194 Arouca
Município de Arouca
Gratuito

Ciclo do Centeio em Regoufe com a participação especial da comunidade de Regoufe
Exibição de minidocumentário; partilha de saberes: visita à exposição temporária; cantares polifónicos tradicionais pela comunidade.
17 de outubro, 14h30, Museu Municipal de Arouca.
17 de Outubro de 2026 às 14:30 - 17 de Outubro de 2026 às 17:30
Rua Eça de Queirós 4540-194 Arouca
Câmara Municipal de Arouca
Entrada livre

A Capela da Misericórdia acolhe um concerto dedicado à música para violino solo, com obras de J. S. Bach, G. Enescu e E. Ysaÿe, interpretadas por Matilde Loureiro.
Em ambiente de proximidade e recolhimento, o violino apresenta-se na sua dimensão mais íntima e expressiva, dando a conhecer a diversidade de linguagens musicais dos três compositores. Um convite à escuta e à descoberta, num lugar de especial valor histórico e artístico.
Entrada livre.
O concerto integra a 3.ª edição do ECOS entre as SERRAS – Ciclo de Música da Freita ao Montemuro, promovido pelo Círculo Cultura e Democracia, em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Arouca e o Município de Arouca, e com o apoio da CCDR NORTE, I. P., através do programa NORTE PONTUAL.
17 de Outubro de 2026 às 16:30 - 17 de Outubro de 2026 às 17:15
Praça Brandão de Vasconcelos
Associação Círculo Cultura e Democracia
Entrada livre

18 de Outubro de 2026 - 18 de Outubro de 2026
Av. 25 de Abril 34, Arouca
Câmara Municipal de Arouca
23Outtodo o dia25Festival da Castanha 2026Centro Histórico de Arouca, Centro Histórico de Arouca

Programa a disponibilizar oportunamente.
23 de Outubro de 2026 - 25 de Outubro de 2026
Centro Histórico de Arouca
Câmara Municipal de Arouca
Entrada livre

Praça do Município,
4540-001 Arouca, Portugal
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