Os espaços mais emblemáticos do Mosteiro de Arouca têm estado a ser intervencionados. Esta intervenção iniciou-se na Igreja e está, agora, a estender-se, ao Coro, ao Cadeiral, à Sala do Capítulo e ao Claustro. Este processo de requalificação, da responsabilidade do Património Cultural, I.P., acontece no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e manterá os espaços encerrados ao público até final de agosto de 2026.
Esta intervenção, preciosa para o Mosteiro e para os arouquenses, não é compatível com o evento “Arouca – História de um Mosteiro”. Estes espaços (os mais emblemáticos do Mosteiro), acolhem habitualmente parte significativa das atividades e são elementos centrais e indispensáveis para a qualidade e para a autenticidade do evento.
Para a presidente da Câmara Municipal de Arouca, Margarida Belém, “a suspensão do evento em 2026 não representa uma interrupção do projeto, mas antes uma oportunidade para reforçar aquilo que lhe dá verdadeira força: a comunidade, a memória coletiva e o sentimento de pertença que se construiu ao longo dos anos”. “Queremos que 2026 seja vivido como um ano de bastidores, de participação e de preparação para o grande regresso em 2027. O Mosteiro continua vivo através das pessoas, dos figurantes, das associações e de todos os que fazem deste evento um património identitário de Arouca. Iremos calendarizar um conjunto de atividades, de modo a mantermos o espírito coletivo e a mobilização da comunidade. O evento faz uma pausa, mas a comunidade não”, afirma a autarca.
O evento “Arouca – História de um Mosteiro” regressará em 2027.














